terça-feira, 19 de junho de 2012

O abandonado

O ABANDONADO
                                                         

Eu vivo triste sózinho sem
pai nem  mãe  sem ninguém
só conheço a fome e a dor
nunca soube o que era o bem.
 
 
Ando ao frio e ao vento
por esses caminhos só
rôto peço esmola em vão        
que de ninguém tem dó.

Felizes vejo passar
na rua meninos que têm
pai e mãe só eu ando 
sem o carinho de ninguém.

Filhos amai a vossa mãe
tende-lhe afeto profundo
que ter mãe é  o maior bem
que se pode ter no mundo. 


Maria Gracinda  Sampaio Soares
( recordação do texto decorado na Escola Primária)

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