sábado, 8 de dezembro de 2012
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
terça-feira, 19 de junho de 2012
O abandonado
O ABANDONADO
Eu vivo triste sózinho sem
pai nem mãe sem ninguém
só conheço a fome e a dor
nunca soube o que era o bem.
Ando ao frio e ao vento
por esses caminhos só
rôto peço esmola em vão
que de ninguém tem dó.
Felizes vejo passar
na rua meninos que têm
pai e mãe só eu ando
sem o carinho de ninguém.
Filhos amai a vossa mãe
tende-lhe afeto profundo
que ter mãe é o maior bem
que se pode ter no mundo.
Maria Gracinda Sampaio Soares
( recordação do texto decorado na Escola Primária)
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Maria Gracinda Sampaio Soares
Os passarinhos
Os passarinhos
( Texto decorado na Escola Primária)
Oas passarinhos tão engraçados
fazem os ninhos com mil cuidados
são para os filhinhos que estão p'ra ter
que os passarinhos os vão fazer.
Nos bicos trazem coisas pequeninas
e os ninhos fazem de musgo e penas
depois lá têm os seus pequeninos
tão pequeninos ao pé da mãe.
Nunca faça mal a um ninho
há linda graça de um passarinho
e que sempre também lembremos
do pai e da mãe que temos!
Fafe, 7 de junho de 2012
Maria Gracinda Sampaio Soares
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Recorda o texto do livro da Escola Primária
terça-feira, 5 de junho de 2012
Eu nasci na freguesia de S. Bartolomeu do Rego, Concelho de Celorico de Basto em 1938. Era uma freguesia muito pobre só se vivia da agricultura e as terras eram poucas para tanta gente. Havia muita fome, não se recebia nenhuma ajuda como subsídios, trabalhava-se muito todo o ano para colher pouco e às vezes nem dava pão para comer. Comecei a guardar gado aos cinco anos, andava descalça no meio do mato, na neve e escasseava o dinheiro para tudo.Aos 15 anos pedi ao meu pai para trabalhar numa casa de freiras. Ele acedeu e acompanhou-me a pé a Santa Quitéria e fui para Lisboa com duas freiras fazer retiro. Chorei muito quando me despedi do meu pai. Ele não me deu dinheiro, As irmãs pagaram-me o bilhete da viagem para Lisboa e já fiquei em divida para com elas.
Entrei pela primeira vez numa casa enorme onde viviam muitas crianças desde a idade da creche e o exame de admissão e eram todos pobres. A casa dava-lhe uma sopa e um bocado de pão e era o que comiam durante o dia todo. Eu estava a trabalhar na creche, era porteira, fazia limpeza de uma parte da casa e andava sempre a correr. Ao fim de semana lavava os bibes, ponteava-os para os meninos vestirem à segunda feira quando chegassem.Passaram-se dois anos e alguns meses e eu sempre com muitas saudades da família e simultaneamente com muita alegria por sentir que as irmãs eram minhas amigas. Eu gostava muito das freiras e dos meus meninos e meninas.
Um dia as saudades eram tantas que resolvi visitar a família e encontrei a minha mãe doente e já muito debilitada. A pobreza continuava e o meu pai e a minha irmã trabalhavam as terras. Não havia máquinas e os terrenos eram cavados à enxada e a custo de muito sacrifício e era duro demais…
O dinheiro que possuía dei aos meus pais e fiquei para ajudar a trabalhar os terrenos. Quando ia para os campos trabalhava e cantava. Eu tinha boa voz!
Naquela altura existia na freguesia uma Tuna e todos os tocadores eram jovens e o ensaiador tinha uns aninhos mais e veio pedir-me para cantar no grupo. Eu era muito introvertida e não queria aceitar o convite.
Então, este senhor pediu ao meu pai e eu acabei por aceitar. Fui cantora aproximadamente três anos e gostei muito. Naquele tempo participava em cortejos e festas. Chegamos actuar no cortejo da freguesia de Quinchães, concelho de Fafe.
Da minha freguesia um engenheiro residia no Porto com a família mas vinha passar os fins de semana a casa dos pais e quando saíamos acompanhava-nos e tirava-nos fotografias. E, de vez em quando chamava-me ao lado e dava-me uma ou outra fotografia.
Ele costumava mandar fotografias para o jornal.
Uma senhora que se encontrava no Brasil e que visitou Portugal e era minha vizinha na minha aldeia disse que tinha recebido o jornal e tinha a minha fotografia.
Fiquei encantada!
Depois casei e foi o fim de toda a alegria!
Era vitima de violência física e psicológica.
Nasceram dois filhos e o meu marido emigrou. Fiquei a trabalhar no campo e em casa dos meus sogros. Foram uns dias muito difíceis porque fiquei doente e tinha de trabalhar. Eles diziam que eu não tinha qualquer mal. Eu ia ao médico mas não se faziam exames m+edicos naquela época.
Andei assim alguns anos com muitas dores e sempre a trabalhar ao calor do sol e com muito sacrifício. Depois descobri um médico e recomendou um cirurgião especialista em Braga. Na consulta este marcou a cirurgia, não sabendo o que ía encontrar mas na sua opinião era grave.
Continuei a trabalhar com um calor horrível, com febre e dores, os meus sogros e o meu marido sempre afirmar o seguinte: “ não tens nada.”
Chegou o dia de entrar na Clinica de S. Lázaro em Braga, o meu marido estava cá de férias tratou-me muito mal usando muitos palavrões e foi este o apoio que tive antes de sair de casa.
Eu tinha 29 anos e estávamos no mês de julho. Não recordo nem a hora nem a data. Estive uns dias com gelo na barriga e não o sentia, apenas quando colocava a mão entre o gelo e o ventre é que sentia a barriga gelada.
No dia da operação deram-me anestesia local por ter alergias e pensarem que era bronquite e por isso, a meio da cirurgia senti-me muito mal.
Vários médicos estiveram presentes e o cirurgião continuou o trabalho, melhorei.
O médico especialista fez-me uma histerectomia. Estava cancerosa já tinha um rim muito danificado. Não desejo a ninguém as dores que senti!
Sofri muito. Não tinha apetite. A comida era boa mas não conseguia comer!
No dia 14 de agosto pedi alta. Um médico novo examinou-me e achava que não devia sair no estado em que me encontrava. O operador achou que recuperava em casa. Regressei a casa e não me segurava em pé. Tinha dois filhos pequenos e o pai era muito mau e tinha receio de lhes acontecer o pior!
A recuperação foi muito demorada. Comecei logo a cuidar dos filhos e dos trabalhos da casa e sempre mal…
Só passados dois anos as pessoas acreditaram que ia vencer.
Quando melhorei fui aprender a tricotar e juntei dinheiro necessário para uma máquina de costura para ajudar os meus filhos – o pai não queria que eles estudassem. Ele não queria que lhe gastassem o dinheiro. Os meus filhos e eu passamos muitas dificuldades.
Quando o meu filho fez a 4.ª classe o professor era de Santo Tirso e aconselhou-me a deixá-lo estudar porque aprendia muito bem.
Ele próprio escreveu para uma casa de missionários para saber as condições de acesso.
Rapidamente obteve resposta. Eu comprei tecido para fazer lençóis, almofadas, os lenços da mão, as meias e marquei todas as peças com o número que lhe atribuíram.
O meu filho foi para um seminário do Porto e foi difícil vencer a ausência.
Volvidos dois anos vim residir para Fafe com a minha filha para ela estudar. Eu trabalhava até às 4/5 horas da madrugada a fazer malhas para gastar o menos dinheiro possível do meu marido.
Era sempre uma guerra por cartas. Quando vinha de férias dizia à mãe que eu gastava pouco e a mim dizia o contrário.
Nunca pegou na mão dos filhos e dizia não dar um passo por eles e não deu…
...
O que mais desejava na vida era emprego para os meus filhos e que ficassem independentes. Graças a Deus conseguiram emprego e eu fiquei muito contente. Depois casaram e eu pensei viver num lar de terceira idade mas o meu pai tinha muito idade e optei continuar em casa para cuidar do seu fim de vida. Fui ficando e começaram a chegar os netos e ajudei a criá-los. Depois do falecimento do meu pai passados uns meses fui muito mal tratada pelo meu marido e saí de casa. Estava ao meu cuidado a neta mais nova com três anos e meio durante o dia e em seguida foi para o Infantário. Não se adaptou e fui viver para a casa da minha filha e continuei a dar-lhe assistencia até à 4ª. classe. Já possuia muitas alergias e com os gatos e pássaros que existiam lá em casa (já inalava um pó) mas comecei a piorar do sistema respiratório e dos olhos.
Decididamente mudei a minha residência para o Lar da Santa Casa da Misericórdia onde felizmente me enconto há uns anos e meu marido ficou lá em casa.
E. J. S. C.
Fafe, 6 de junho de 2012.
terça-feira, 29 de maio de 2012
Agradecimento do Autor do livro Santa Casa da Misericórdia de Fafe - 150 - anos ao Serviço da Comunidade (1862-2012)
Obrigado a todos os amigos, colegas, conterrâneos e colaboradores da Misericórdia de Fafe, que encheram por completo a mítica sala do Teatro – Cinema, honrando-me com a sua presença no lançamento do meu livro "Santa Casa da Misericórdia de Fafe – 150 Anos ao Serviço da Comunidade”. Assim como a todos aqueles que pelos mais diversos motivos não puderam estar presentes, mas unindo-nos a todos um profundo sentimento de reconhecimento a todos que ao longo da história com dedicação, generosidade e sacrifício expressaram o sentido do humano no concelho de Fafe.
Com profunda amizade e gratidão
Daniel Bastos

Daniel Bastos (Livro-SCMF).JPG
Com profunda amizade e gratidão
Daniel Bastos
Daniel Bastos (Livro-SCMF).JPG
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Autor: Dr. Daniel Bastos
segunda-feira, 14 de maio de 2012
A sala é muito iluminada.
A sala fica situada na Rua de Cavadas, Outeiro, Quinchães no Lar D. Alzira Oliveira Sampaio no 1º. andar.Tenho uma pasta para colocar os livros, cadernos, lápis e esferográficas.
A nossa sala de aula tem muita luz da janela e das portas de vidro.
Está muito bem mobilada: várias mesas quadradas formando dois grupos com cadeiras cor de rosa e duas mesas redondas com cadeiras baixas, uma secretária, um quadro, um armário com umas estantes com as nossas capas de argolas, uma televisão e um telefone. No exterior tem um grande terraço.
Os nossos trabalhos estão expostos na parede em cartazes : 1º. 2º. e 3º. períodos.
A paisagem que se avista é encantadora: a cidade de Fafe, freguesias dos arredores com muitas casas, montes e a auto-estrada o caminho da Europa.
Aqui junto, o nosso jardim com muitas rosas, lírios, o quintal cultivado e dois tanques em pedra.
Em frente a estrada com muito movimento, o horto Casimiro com muitas plantas, árvores bonitas para revenda. Já visitei as estufas e gostei muito de ver tanta variedade de plantas, árvores e flores.
Recordo as nossas colegas que não comparecem por falta de saúde Maria Fernanda, Fernando, Graça Almeida, Olivia e as falecidas Alcina e Prazeres.
Agradeço à Srª. Provedora nos ter destinado esta sala onde nos sentimos bem sempre aprender...
À Drª. Isabel Araújo o acompanhamento a todos desde o inicio e de um modo muito especial a recomendação de me ocupar em várias atividades para distração pessoal.
À Drª. Joana que nos preparou a sala e não se poupa a esforços pelo nosso bem estar!
À nossa professora que voluntariamente comparece, prepara as fichas de trabalho e nos anima a participar em todas as atividades para amadurecermos ativamente.
Eu gosto muito da nossa sala de aula por ser muito iluminada.
Fafe, 8 de maio de 2012.
Gracinda Castro
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Texto de Gracinda Castro
Eu costumo arrumar a sala
É muito bonita a minha sala de aula.
Situa-se no 1º. andar do Lar D. Alzira Oliveira Sampaio.
Tem muita luz, uma janela e portas de vidro, sete mesas quadradas reunidas em dois grupos, muitas cadeiras grandes cor de rosa, um armário, duas mesas redondas, cadeiras pequenas, uma casa de banho, uma despensa, dois aquecedores, uma secretária e um quadro.
Tenho uma pasta para guardar os livros, lápis, borracha e caderno.
Na parede temos cartazes com os nossos trabalhos.
Eu costumo arrrumar a sala no fim da aula.
Fafe, 8 de maio de 2012.
Maria Emília Teixeira Gonçalves Lopes.
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Texto: Maria Emília Teixeira Gonçalves Lopes
A sala está enfeitada
A sala de aulas está enfeitada.
A minha sala de aulas é muito airosa. Tem uma janela, uma frente com portas de vidro, uma casa de banho, uma despensa, um armário com portas, na estante do meio uma televisão e um telefone.
As mesas estão juntas em dois grupos e formam dois retângulos, dez cadeiras, uma secretária, um quadro com os números, dois vasos de plantas, duas mesas baixas redondas com cadeiras pequeninas muito bonitas, dois radiadores aquecidos através de painéis solares que se encontram no telhado do nosso lar.
Na parede do lado esquerdo quem entra a porta temos os nossos trabalhos expostos realizados por todos que frequentamos estas aulas. Hoje estamos dez utentes presentes.
Eu tenho uma pasta onde guardo um caderno, um lápis, uma borracha e uma oração que rezamos no final da aula.
A estrada em frente tem muito movimento e há muitas casas à volta e avista-se uma linda paisagem à distância.
A minha sala está muito bonita por ter bom mobiliário e por estar enfeitada com os nossos trabalhos.
Fafe, 8 de maio de 2012
Maria da Glória Fonseca Sampaio
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Texto de Maria da Glória
domingo, 13 de maio de 2012
A sala tem muita luz natural
A minha sala de aula
Eu tenho uma pasta onde meto os cadernos e os lápis para utilizar na escola.
A sala tem uma porta de entrada, uma janela e a frente em portas de vidro, aquecimento, a secretária, várias mesas e cadeiras, uma despensa que contém arrumos, um armário com estantes onde se encontra a televisão, o telefone e as capas de argolas.
A casa de banho aqui é util por estar muito próxima porque já não andamos muito depressa.
Esta sala é muito quentinha no inverno com aquecedores e na primavera com o sol.
Vemos daqui o jardim e o quintal, a estrada e do outro lado o horto Casimiro.
Eu já fui ver as plantas das estufas.
Gosto das aulas nesta sala por ter muita luz natural.
Fafe, 8 de maio de 2012.
Maria Emília Gonçalves.
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Texto de Maria Emília Gonçalves
A sala de aula
A minha sala de aula
A minha sala de aula é muito bonita. Situa-se no Lar D. Alzira Oliveira Sampaio na rua de Cavadas, freguesia de Quinchães concelho de Fafe.Tem uma janela, uma frente com portas em vidro, por isso é muito iluminada. Tem um grande armário com televisão, telefone, capas e lá dentro tem os seguintes materiais: lápis, borrachas, lápis de cores e esferográficas.
Nas paredes há dois aquecedores e papel cenário com a exposição dos nossos trabalhos.
Hoje estão presentes assistir à aula dez utentes. Estamos sentados em cadeiras cor de rosa, as mesas são de madeira, oito quadradas e duas redondas com cadeiras pequenas e uma delas tem livros de histórias para lermos.
A sala tem uma casa de banho, uma despensa e à volta um terraço grande e o edificio tem painéis solares no telhado.
Através das portas de vidro avistamos uma paisagem bonita.
Vejo passar os carros na estrada e do outro lado o horto Casimiro.
Sinto-me bem na sala de aula.
Fafe, 8 de maio de 2012.
Maria Gracinda Sampaio Soares.
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Texto ; Maria Gracinda Sampaio Soares
As minhas salas de de aula
A minha sala de aula.
Inicei as minhas aulas numa sala do Edificio da Santa Casa da Misericórdia na rua Montenegro.
Esta era pequena, escura mas gostava de a frequentar.
Volvidos dois anos passamos para O Lar D. Alzira Oliveira Sampaio em Quinchães. Começamos por ter aulas no bar, numa sala nova, as mesas eram grandes, redondas e as cadeiras muito bonitas. Entrava muita luz através das portas de vidro e o sol quentinho pela sala dentro!Atualmente ocupamos uma sala no 1º. andar, grande com muita luminosidade com uma janela e uma frente com portas em vidro e um grande terraço à volta.
Na parede temos muitos trabalhos expostos entre outros o abecedário atual com vinte e seis letras - mais três letras que agora fazem parte do alfabeto e são as seguintes: k,w e y,
Temos uma pasta preta e amarela à Fafe, para guardarmos os cadernos, os livros, lápis, borracha, caneta e lápis de cor que usamos quando temos aulas.
O grande armário do lado direito quem entra na sala contém materais escolares e na estante central tem uma televisão, um telefone e as nossas capas pretas de arquivo.
Existe ainda, uma casa de banho e uma despensa com jogos, livros e caixas.
Agradecemos muito à senhora Provedora por nos ter proporcionado a ocupação deste espaço, à Drª. Isabel Araújo todo acompanhamento e atenção desde o inicio e à Drª. Joana todo o trabalho, empenho e preocupação que nos dispensou para preparar a sala para esta finalidade.
Tiveram presentes as limitações de cada um: os que se deslocam com bengalas, a necessidade de ir à casa de banho. os que caminham vagarosamente, os que não podem subir escadas e têm necessidade de elevador e de um espaço amplo para nos podermos deslocar dentro da sala sem atropelos.
Gosto muito da minha sala de aula.
Fafe, 8 de maio de 2012.
Emilia de Jesus Silva Carvalho
Gosto muito da minha sala de aula.
Fafe, 8 de maio de 2012.
Emilia de Jesus Silva Carvalho
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Texto: Emília de Jesus Silva Carvalho
sábado, 12 de maio de 2012
Da sala de aula vejo o sino da Capela do nosso belo Lar!
A minha sala de aulas.
A minha sala de aulas é muito bela, tem muita luz e é muita airosa!
Tem duas mesas redondas para crianças e várias mesas para adultos, duas secretárias, cadeiras e um quadro .
Ao fundo à minha esquerda um mobiliário - um armário grande - que contém muito espaço com estantes para arquivo.
Na prateleira do meio tem uma televisão, um telefone, as capas de argolas para arquivar os nossos trabalhos, um furador para furar as folhas para colocar na capa.
Ao lado uma casa de banho, uma despensa com livros, jogos e materiais escolares.
Na parede lateral um aquecedor grande e ao fundo um mais pequeno aquecidos a água através do aquecimento solar que se encontra exposto no telhado que produz energia com o calor do sol.
Esta energia aquece a água e também produz energia eletrica para iluminação que considero uma grande riqueza!!
Ao longo da parede do lado esquerdo quem entra tem papel cenário onde contem exemplares dos nossos trabalhos mais significativos do 1.º 2.º e 3.º períodos.
A sala situa-se no primeiro andar voltada para nascente e sul e tem um grande terraço.
Ao longe avista-se uma paisagem encantadora: casas, montes e árvores. Aqui à beira os jardins, pomares e um quintal com produtos hortícolas, a estrada onde passam muitos veículos e do outro lado o Horto Casimiro.
Hoje na sala estão presentes dez utentes que fazem parte do Grupo de Alfabetização.
António Fonseca Sampaio
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Texto: António Fonseca Sampaio
domingo, 6 de maio de 2012
O meu tempo não havia nada disto!
Nas aulas de alfabetização aprendi a relembrar o que estava erquecido. Já há muito tempo que não usava a escrita mas só a leitura. Agora enquanto estou no Lar assisto às aulas porque quero aprender mais e passo uma hora bem passada.
Na nossa sala temos um cantinho de leitura com uma mesa redonda com livros para ler. Nós trocamos de livros no chamado Cantinho da Leitura.
Temos os nossos trabalhos expostos na parede e a profª Conceição transfere alguns trabalhos para o nosso Blog.
O ano passado visitamos o Museu da Casa da Cultura no encerramento das aulas e a a Sr.a Professora realizou um filme. Eu gostei muito de me ver no computador.
O meu maior desejo era aprender Música.
Ao Sábado gosto de cantar na missa aqui da capela onde entoo os versos sózinha e o refrão acompanhada.
Também temos ensaios de canto coral para as missas solenes com o Professor Martinho que é professor de música.
No meu tempo não havia nada disto!!!
Fafe, 2 de maio de 2012.
Maria Gracinda Sampaio Soares
25 de abril de 1974
Fafe. 25 de abril de 2012
Vinte e cinco de abril de 1974, já lá vão 38 anos, data em que marcou uma nova viragem na vida politica do País.
Quantas ilusões e desilusões, muito de bom se fez.
Acabou a guerra em África onde muitos tropas perderam a vida. Alguns eram meus amigos ainda na flor da idade obrigados a cumprir o serviço militar.
É com acontecimentos como estes que se faz a História.
No caminhar da vida outras mudanças se irão realizar no futuro dos povos.
É com acontecimentos como estes que se faz a História.
No caminhar da vida outras mudanças se irão realizar no futuro dos povos.

António Fonseca Sampaio
sábado, 5 de maio de 2012
Rascunho de um trabalho de casa
Não resisti
Apesar de não ter pedido autorização à autora e à professora não resisto a mostrar ao Mundo o que é a verdadeira alfabetização.Num cartão de uma embalagem de collants se faz uma composição. A facilidade com que os séniores usam este material para escrever. Para nós ( e tenho 28 anos) na loucura usamos o verso de um envelope ou de uma carta do banco... nunca um cartão do leite ou dos collants. Essa facilidade é de alguém para quem folhas de papel manteigueiro eram um luxo raramente acessível só equiparado ao papel glossy das fotografias de imprimir agora.
terça-feira, 1 de maio de 2012
Eu nunca fui à escola em criança
Eu nunca fui à escola em criança!
Eu nunca fui à escola comecei com cinco anos a guardar gado, só aos 18 anos alguém me fez o alfabeto e me explicou as letras.
Depois eu sozinha fui aprendendo a juntar as letras e consegui ler.
Agora com esta oportunidade desde de 2006 consegui adquirir conhecimentos e estou sempre aprender coisas novas.
Para mim é uma alegria enorme assistir a estas aulas mesmo com muitas limitações que tenho! Foi uma aventura muito grande e com a professora que temos tão empenhada e simpática eu gosto mesmo de vir às aulas.
Venho com um grupo do Lar D. Joaquina Leite Lage de Cepães para o Lar D. Alzira Oliveira Sampaio, Quinchâes, numa carrinha da Santa Casa da Misericórdia de FAFE , cujos Lares são pertença desta Instituição.
Tenho 74 anos e continuarei a ser assídua e pontual enquanto Deus me der vida e saude.
Fafe, 24 de abril de 2012.
Emília de Jesus Silva Carvalho.
segunda-feira, 23 de abril de 2012
domingo, 8 de abril de 2012
Páscoa Cristã
A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.[1]
A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .
A Páscoa cristã celebra a Ressurreição de Jesus Cristo. Depois de morrer na cruz, seu corpo foi colocado em um sepulcro, onde ali permaneceu por três dias, até sua ressurreição. É o dia santo mais importante da religião cristã. Muitos costumes ligados ao período pascal originam-se dos festivais pagãos da primavera. Outros vêm da celebração do Pessach, ou Passover, a Páscoa judaica, que é uma das mais importantes festas do calendário judaico, celebrada por 8 dias e onde é comemorado o êxodo dos israelitas do Egito, da escravidão para a liberdade. Um ritual de passagem, assim como a "passagem" de Cristo, da morte para a vida.
A última ceia partilhada por Jesus Cristo e seus discípulos é narrada nos Evangelhos e é considerada, geralmente, um “sêder do pesach” – a refeição ritual que acompanha a festividade judaica, se nos ativermos à cronologia proposta pelos Evangelhos sinópticos. O Evangelho de João propõe uma cronologia distinta, ao situar a morte de Cristo por altura da hecatombe dos cordeiros do Pessach. Assim, a última ceia teria ocorrido um pouco antes desta mesma festividade.
A festa tradicional associa a imagem do coelho, um símbolo de fertilidade, e ovos pintados com cores brilhantes, representando a luz solar, dados como presentes. De fato, para entender o significado da Páscoa cristã atual, é necessário voltar para a Idade Média e lembrar os antigos povos pagãos europeus que, nesta época do ano, homenageavam Ostera, ou Esther – em inglês, Easter quer dizer Páscoa. Ostera (ou Ostara) é a deusa da Primavera, que segura um ovo em sua mão e observa um coelho, símbolo da fertilidade, pulando alegremente em redor de seus pés nus. A deusa e o ovo que carrega são símbolos da chegada de uma nova vida. Ostara equivale, na mitologia grega, a Deméter. Na mitologia romana, é Ceres.[1]
Páscoa no Judaísmo
Ver artigo principal: Pessach
A Bíblia judaica institui a celebração do Pessach em Êxodo 12, 14: Conservareis a memória daquele dia, celebrando-o como uma festa em honra de Adonai: Fareis isto de geração em geração, pois é uma instituição perpétua .
Tradições pagãs na Páscoa
Na Páscoa, é comum a prática de pintar ovos cozidos, decorando-os com desenhos e formas abstratas. Em grande parte dos países ainda é um costume comum, embora que em outros, os ovos tenham sido substítuidos por ovos de chocolate. No entanto, o costume não é citado na Bíblia. Portanto, este costume é uma alusão a antigos rituais pagãos. Ishtar ou Astarte é a deusa da fertilidade e do renascimento na mitologia anglo-saxã, na mitologia nórdica e mitologia germânica. A primavera, lebres e ovos pintados com runas eram os símbolos da fertilidade e renovação a ela associados. A lebre (e não o coelho) era seu símbolo. Suas sacerdotisas eram ditas capazes de prever o futuro observando as entranhas de uma lebre sacrificada(claro que a versão “coelhinho da páscoa, que trazes pra mim?” é bem mais comercialmente interessante do que “Lebre de Eostre, o que suas entranhas trazem de sorte para mim?”, que é a versão original desta rima. A lebre de Eostre pode ser vista na Lua cheia e, portanto, era naturalmente associada à Lua e às deusas lunares da fertilidade. De seus cultos pagãos originou-se a Páscoa (Easter, em inglês e Ostern em alemão), que foi absorvida e misturada pelas comemorações judaico-cristãs. Os antigos povos nórdicos comemoravam o festival de Eostre no dia 30 de Março. Eostre ou Ostera (no alemão mais antigo) significa “a Deusa da Aurora” (ou, novamente, o planeta Vênus). É uma deusa anglo-saxã, teutônica, da Primavera, da Ressurreição e do Renascimento. Ela deu nome ao Shabbat Pagão, que celebra o renascimento chamado de Ostara.A palavra Páscoa em várias línguas
sábado, 7 de abril de 2012
terça-feira, 20 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
PÁSCOA
PÁSCOA
O sentido da palavra Páscoa está vinculado com o “Pessach” do Hebraico, que significa passagem.
A Páscoa é uma passagem em todos os sentidos e também para várias religiões. É a passagem da morte para a vida.
Celebra-se o equinócio da primavera no hemisfério norte; a ressurreição de Cristo para os cristãos; a liberdade e, ao mesmo tempo, a fuga dos hebreus do Egito para os judeus e a própria salvação. Tem-se notícia que sua primeira instituição foi no Egito por Moisés. Existem vários costumes relacionados com a Páscoa como, por exemplo, muitas pessoas comparecem às igrejas para as cerimônias da Páscoa, outras cumprem abstenções durante os quarenta dias que antecedem essa data e algumas comem peixe neste dia. Os costumes podem variar em cada cultura, religião e pessoa.
A Páscoa pode ser considerada um tempo de esperança e renovação para o ser humano vigorar suas energias e dar continuidade a sua vida. Essa permanência dos indivíduos está associada à questão da fertilidade, tanto em termos da multiplicação quanto da própria abundância de oportunidades. É um tempo para equilibrar as forças espirituais e sociais para a perseverança da vivência humana. É também o instante para comer muito chocolate, ver coelhos saltitantes, decorações da Páscoa, … Viva o momento da Páscoa!
Texto: Mulher digital
O sentido da palavra Páscoa está vinculado com o “Pessach” do Hebraico, que significa passagem.
A Páscoa é uma passagem em todos os sentidos e também para várias religiões. É a passagem da morte para a vida.
Celebra-se o equinócio da primavera no hemisfério norte; a ressurreição de Cristo para os cristãos; a liberdade e, ao mesmo tempo, a fuga dos hebreus do Egito para os judeus e a própria salvação. Tem-se notícia que sua primeira instituição foi no Egito por Moisés. Existem vários costumes relacionados com a Páscoa como, por exemplo, muitas pessoas comparecem às igrejas para as cerimônias da Páscoa, outras cumprem abstenções durante os quarenta dias que antecedem essa data e algumas comem peixe neste dia. Os costumes podem variar em cada cultura, religião e pessoa.
A Páscoa pode ser considerada um tempo de esperança e renovação para o ser humano vigorar suas energias e dar continuidade a sua vida. Essa permanência dos indivíduos está associada à questão da fertilidade, tanto em termos da multiplicação quanto da própria abundância de oportunidades. É um tempo para equilibrar as forças espirituais e sociais para a perseverança da vivência humana. É também o instante para comer muito chocolate, ver coelhos saltitantes, decorações da Páscoa, … Viva o momento da Páscoa!
Texto: Mulher digital
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O sentido da palavra Páscoa
Páscoa – Os Ovos E Seus Significados
O significado da palavra ovo está relacionado à origem; princípio e pode ser feita uma associação com a própria Páscoa, o ovo representa nascimento e vida. Presentear pessoas com ovos é um costume de épocas remotas. Os ovos (de verdade) foram substituídos por ovos de chocolate.
Na Roma antiga, nas festas de primavera, as mulheres casadas vestiam-se de branco e carregavam o ovo que era dedicado aos seres protetores da agricultura. Os hebreus na Páscoa, comiam ovos cozidos. Os celtas ofereciam ovos pintados de vermelho, simbolizando o sangue derramado por Cristo. Chineses, há tempos atrás, distribuíam ovos coloridos entre amigos durante a primavera representando revigorar a vida. Os pagãos (especialmente ucranianos) tinham o costume da “arte de decorar ovos”, chamado de “pisanka” (da imagem), que depois seria atribuído pelos cristãos de outra forma. Têm-se notícias que em alguns países os noivos davam um ao outro um ovo pintado simbolizando a perpetuação do amor. É no século XVIII que os cristãos acatam a idéia de pintar ovos nas cores da primavera. A própria Igreja Católica “doava” aos fiéis ovos bentos.As origens exatas do ovo de chocolate são incertas. Alguns associam à proibição da ingestão de alimentos de origem animal no período da quaresma, havendo sua substituição pelo chocolate e outros acreditam que está ligado ao surgimento e crescimento da própria indústria de chocolate no século XIX. Atualmente, presentear com ovos de chocolate na páscoa já faz parte das tradições comemorativas de vários povos pelo mundo nesse período. Existem ovos dos mais variados possíveis: diferentes qualidades de chocolate, tamanho, formas, cores e recheios. Surgem novidades de ovos de chocolate todos os anos no mercado. A Páscoa virou um momento doce e prazeroso e divide o lugar com os costumes religiosos, com o mercado financeiro dos chocolates e com o próprio chocolate. Não importa o costume ou crença de cada um.
O importante é viver a Páscoa
Texto: Mulher digital
quarta-feira, 7 de março de 2012
quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012
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