quinta-feira, 9 de outubro de 2014
terça-feira, 24 de junho de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
A Pascoa
Santa Casa da Misericórdia de Fafe
Grupo de Alfabetização - Professora; Maria da Conceição da
Silva Alves Pinto
A PÁSCOA
Seis
curiosidades sobre a Páscoa
A Páscoa é uma
data cristã ao qual é celebrada a ressurreição
de Cristo, morto por crucificação na Sexta-Feira Santa.
1. COMO SURGIU A PÁSCOA?
A Páscoa é uma
data cristã ao qual é celebrada a ressureição de Cristo, morto por crucificação
na Sexta-Feira Santa. Cientistas encontraram vestígios que essa data era
celebrada por alguns povos antigos para comemorar a passagem do inverno para a
primavera. A palavra Páscoa tem como origem o nome em hebraico e significa
passagem.
2. COMO É CALCULADA A SEXTA-FEIRA SANTA?
A sexta-feira
que antecede a Páscoa é conhecida como Sexta-Feira Santa ou a Sexta-Feira da
Paixão. Nesse dia, os cristãos lembram o julgamento, paixão, morte e sepultura
de Jesus Cristo, através de diversos ritos religiosos.
Essa data é uma
data móvel, ou seja, não há um dia fixo ao qual ela é comemorada. Porém, esse
dia é calculado como sendo a primeira sexta-feira após a mudança de estação,
como a primavera no hemisfério sul e o outono no hemisfério sul.
3. POR QUE SE COME PEIXE NA SEXTA-FEIRA SANTA?
Durante a Sexta-feira
Santa, é comum os cristões consumirem peixes, principalmente o bacalhau. Na
verdade, esse dia é marcado por uma série de sacríficos aos quais os cristãos
devem fazer como um sinal de respeito pela morte de Jesus Cristo. Um desses
sacrifícios é não comer carne vermelha, ou seja, carne de animais com sangue
quente (como os mamíferos).
A teoria mais
válida que explica o consumo de peixe que encontramos diz que esse alimento
representa a simplicidade, pois, na época em que Jesus Cristo era vivo, era o prato
mais consumido pelas pessoas mais pobres, devido ao seu preço baixo. Resumindo,
a Sexta-Feira da Paixão é um dia em que cristãos devem viver com simplicidade.
4. POR QUE O COELHINHO É O ENCARREGADO EM TRAZER OS
OVINHOS DE CHOCOLATE NA PÁSCOA?
O coelhinho da
Páscoa.
O coelhinho é
muito aguardado pelas crianças na Páscoa. Afinal, é ele o encarregado por
trazer os saborosos ovos de chocolates que adoçam
o nosso domingo. Existem duas histórias que explicam a origem do orelhudo como
um personagem relacionado a essa data cristã. A primeira surgiu no Antigo Egipto, onde o coelho era considerado o símbolo do nascimento e
de uma nova vida. Como a páscoa significa ressurreição, nada mais apropriado usar o coelho como símbolo dessa
data. A segunda é que alguns povos antigos consideravam esse animal como o
símbolo da Lua. Seguindo essa lógica, é possível que ele tenha se tornado
símbolo pascoal devido ao fato de a Lua determinar a data da Páscoa.
Existe uma lenda muito interessante que explica a
razão de o coelhinho ser o encarregado por trazer os ovos de páscoa. Ela diz
que, há muito tempo atrás, uma mulher pobre coloriu alguns ovos de galinhas e
os escondeu com o objetivo de dá-los de presente para seus filhos. Quando as
crianças encontraram os ovos, um coelhinho passou correndo no mesmo local.
Assim, espalhou-se a notícia que foi o coelho que escondeu os ovinhos. A partir
desse momento, esse animal fofinho e orelhudo foi o encarregado de dar os
ovinhos de chocolate para as crianças do mundo todo. Afinal, quem disse que o
coelhinho da páscoa não existe?
5. POR QUE SE PRESENTEIAM AMIGOS E PARENTES COM
OVOS DE CHOCOLATE NA PÁSCOA? COMO ISSO SURGIU?
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Justiça de Fafe
Justiça de Fafe
Com Fafe ninguém fanfe
`
É Fafe povoação muito moderna,
Contando apenas com um século de existência.
De Moreira de Rei foi subalterna
E sobre ela alcançou magna ascendência.
Na terra decadente, em fruto avonde.
Havia outr' ora um nobre, altivo e ousado;
De Moreira de Rei era Visconde,
Politico influente deputado.
Homem franco e leal, de poucas tretas,
Não ligava a coroas e brasões;
Se o feriam, largava as etiquetas,
Correndo o atrevido a bofetões.
Nas Cortes, certo dia, a uma sessão
A tempo não chegou; e um tal Marquês,
Supondo que que o Visconde era vilão,
Censurou-o em gesto descortês.
O Visconde, que entrava pressuroso
Inda ouviu do Marquês o insulto estilo
Em que ele lhe chamava " cão tinhoso",
Mas sentou-se fingindo-se tranquilo.
Finda a sessão ao Maquês petulante
A frase censurou, de audácia rara;
Porém este, num gesto provocante,
Arremessou-lhe a fina luva à cara.
Ajustou-se o duelo, e competia
A escolha de armas ao Visconde.
Marcou-se p'ra o encontro a hora, o dia
E o local, que eu nunca soube aonde.
Ocultos da polícia e dos meirinhos,
No sítio da pendência, o fidalgote
Compareceu, assim como os padrinhos
Veio o Visconde e um homem c'um caixote...
E dentro deste as armas escolhidas
Pelo Visconde: as armas dos pataus!
Nem 'spadas nem pistolas homicidas:
Eram dois resistentes varapaus!!!
O Marquês, em tais armas logo inepto,
Ao ver aqueles paus de marmeleiro,
Forçado a aceitar o estranho repto
Pegou por sua vez num dos fueiros.
Começou a sessão da bordoada:
E o Visconde, com amor e placidez,
Deu-lhe tanta e tão pouca fueirada
Que o lombo pôs num feixe ao tal Marquês.
Mau grado tudo ser gente de siso,
Os presentes, em vez de lamentar,
Não conseguiram sufocar o riso,
Findando o duelo em gargalhada alvar.
Da hilariedade ao ver o desaforo,
Acode gente; e além daquela gafe,
Começam todos a gritar em coro;
« - Oh! Viva! Viva a Justiça de Fafe!!!»
( » Inocêncio Carneiro de Sá» )
( « Barão de Espalha Brasas» )
Com Fafe ninguém fanfe
`
É Fafe povoação muito moderna,
Contando apenas com um século de existência.
De Moreira de Rei foi subalterna
E sobre ela alcançou magna ascendência.
Na terra decadente, em fruto avonde.
Havia outr' ora um nobre, altivo e ousado;
De Moreira de Rei era Visconde,
Politico influente deputado.
Homem franco e leal, de poucas tretas,
Não ligava a coroas e brasões;
Se o feriam, largava as etiquetas,
Correndo o atrevido a bofetões.
Nas Cortes, certo dia, a uma sessão
A tempo não chegou; e um tal Marquês,
Supondo que que o Visconde era vilão,
Censurou-o em gesto descortês.
O Visconde, que entrava pressuroso
Inda ouviu do Marquês o insulto estilo
Em que ele lhe chamava " cão tinhoso",
Mas sentou-se fingindo-se tranquilo.
Finda a sessão ao Maquês petulante
A frase censurou, de audácia rara;
Porém este, num gesto provocante,
Arremessou-lhe a fina luva à cara.
Ajustou-se o duelo, e competia
A escolha de armas ao Visconde.
Marcou-se p'ra o encontro a hora, o dia
E o local, que eu nunca soube aonde.
Ocultos da polícia e dos meirinhos,
No sítio da pendência, o fidalgote
Compareceu, assim como os padrinhos
Veio o Visconde e um homem c'um caixote...
E dentro deste as armas escolhidas
Pelo Visconde: as armas dos pataus!
Nem 'spadas nem pistolas homicidas:
Eram dois resistentes varapaus!!!
O Marquês, em tais armas logo inepto,
Ao ver aqueles paus de marmeleiro,
Forçado a aceitar o estranho repto
Pegou por sua vez num dos fueiros.
Começou a sessão da bordoada:
E o Visconde, com amor e placidez,
Deu-lhe tanta e tão pouca fueirada
Que o lombo pôs num feixe ao tal Marquês.
Mau grado tudo ser gente de siso,
Os presentes, em vez de lamentar,
Não conseguiram sufocar o riso,
Findando o duelo em gargalhada alvar.
Da hilariedade ao ver o desaforo,
Acode gente; e além daquela gafe,
Começam todos a gritar em coro;
« - Oh! Viva! Viva a Justiça de Fafe!!!»
( » Inocêncio Carneiro de Sá» )
( « Barão de Espalha Brasas» )
(Poesia da saca da Sapataria Vimar)
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Com Fafe ninguém fanfe.
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