terça-feira, 1 de outubro de 2013

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

VISITA AO MUSEU DE SANTA RITA DE FAFE













O Grupo Gerador Hídrico

Grupo gerador hídrico original do início da entrada em exploração da central em 1914, constituído por Turbina tipo Francis (de reacção)com potênciade 60 CV construtor J. M. Voith

  • Grupo Gerador Eléctrico Siemens e Quadro de Comando

    Grupo Gerador Eléctrico Siemens e Quadro de Comando

    Gerador-Alternador Siemens, original datado do início da exploração da central em 1914, com a potência de 55,5 KVA, tensão de 5000V, Frequência de 50HZ e 750 RPM.
    Quadro Eléctrico de Comando que integra:
    5 Amperímetros;
    1 Voltímetro;
    1 Wattímetro;
    1 Contador;
    Seccionadores de energia.
  • Pesquisa da Internet
  • Museu Hidroléctrico de Santa Rita Fafe


    Museu Hidroeléctrico de Santa Rita tem como base a Central Hidroeléctrica de Santa Rita erguida na margem esquerda do Rio Vizela, inaugurada em 5 de Outubro de 1914, uma obra assumidamente do espírito republicano e de largo alcance social para a época, estando a cargo da Companhia Portuguesa de Electricidade, representante da Casa Schuckert & Cª, de Nuremberga, uma firma pioneira na instalação de centrais hidroeléctricas em Portugal. Na ocasião, a então Vila de Fafe "passou a integrar o número, naquela época ainda diminuto, das povoações portuguesas dotadas de uma rede eléctrica de serviço público".
    Com o decorrer dos anos, a rede de iluminação pública foi sendo alargada, o número de consumidores cresceu e o seu fornecimento foi sendo substituído pela Barragem do Lindoso e em Julho de 1981, a Central de Santa Rita acabou por ser desactivada.
    Em virtude do seu interesse histórico e cultural - como marco importante do processo de electrificação no Noroeste de Portugal - e dado o bom estado do equipamento, a Câmara Municipal de Fafe, entidade proprietária, decidiu musealizar as instalações, em meados dos anos 80, constituindo um museu regional de electricidade.
    Pesquisa da internet

    FEIRAS FRANCAS



    As Feiras Francas de Fafe
     
    Feira dolatim (Fer-la),« Dia de Festa»
    O sítio onde  se expõem e vendem mercadoria; grande mercado
    se realiza com  certa periocidade; designação complementar dos cinco dias mediais da semana; confusão, balburdia e falatório.
     
    Feira Franca - aquela em que os feirantes não pagam impostos.
     
    As feiras Francas de Fafe
     
    As feiras são conhecidas  desde a Idade Média. A partir do reinado de D. João I é que são generalizadas as feiras francas. Nestas feiras não se pagavam impostos.
    Eram locais de compra e venda de produtos agrícolas, pecuários e artesanais.
    Com o aparecimento  do comércio as feiras foram diminuindo, mas atualmente ainda se realizam por todo o país as feiras semanais e as feiras francas associadas a alguma festa ou romaria.
    Em FAFE existem feiras desde o sec. XVII.
    em 1886 há a primeira referência às feiras francas, o dia 16 de maio como feira de gado. Feira, já então, com  muito movimento  e colorido. Esta feira atualmente coincide com o feriado municipal, desde 17 de janeiro de 1931. Pois até então, o feriado municipal era o dia  13 de fevereiro.
    A feira franca é de Tradição muito antiga.Os dias 16 e 17 de maio são hoje muito apreciados e concorridos por turistas e negociantes ambulatórios de todas as terrras, do norte, em especial.
    É de salientar nestes dias de festa, o concurso pecuário( onde são admirados os exemplares de gado bovino) e a corrida de cavalos a passo travado ( passo moderado do cavalo ).
    Esta feira é essencialmente agrícola, não esquecendo a diversão que é a grande atração de crianças e jovens.
    Fonte: " A Terra e  a Memória " de Artur Coimbra - Câmara Municipal de Fafe

    Cine Teatro de Fafe

    quarta-feira, 4 de setembro de 2013

    Monumentos Históricos

    Monumentos históricos O concelho de Fafe possui alguns monumentos históricos, deixados pelos primeiros povos que por aqui passaram, tais como a civilização castreja de que é testemunho o castro de S. to Ovídeo onde podemos ver vestígios das suas construções, e onde foi encontrada a estátua de um guerreiro Galaico, actualmente exposto no Museu Martins Sarmento em Guimarães. Existem ainda duas igrejas de estilo Românico apesar de se encontrarem já bastante adulteradas, são elas a Igreja Românica de Arões, construída no séc.XIII e a Igreja de S. Gens que é o que resta de um antigo Mosteiro de traça Românica. Existem ainda residências apalaçadas de arquitectura com fortes marcas brasileiras, uma vez que foram construídas por “ brasileiros de torna – viagem “ como forma de investir os seus capitais. • Nestas arquitecturas é de salientar a Igreja Matriz de S. ta Eulália (séc. XVIII-XIX ), o Solar do Santo Velho (séc. XVIII), o Solar da Luz (séc. XVIII-XIX) e o Teatro- Cinema construído em 1923 que apresenta uma bela fachada pintada.

    Barquinho na Barragem de Queimadela



    Mapa geográfico de Fafe

    Localização de Fafe

    Localização geográfica: Fafe é uma das cidades da província do Minho, do distrito e arquidiocese de Braga e situa-se a 32 Km a este da Capital de Distrito. O conselho de Fafe possui uma área de 216,72 Km2 aproximadamente, de que fazem parte 36 freguesias, às quais se encontram circundadas pelos conselhos de Cabeceiras e Celorico de Basto, Guimarães, Póvoa de Lanhoso, Felgueiras e Vieira do Minho. Fafe situa-se num vale entre a Serra da Lameira, os Montes da Penha e outras montanhas. Numa vista aérea destacam-se três rios ladeados por arvoredo e que se espreguiçam pela periferia da cidade. São eles o Rio Ferro que tem a sua nascente para o lado de Moreira de Rei, o Rio do Bugio que inicia o seu percurso para os lados de S. Gens e o Rio Vizela que acolhe os outros dois e desagua no Rio Ave. Ainda recentemente o Rio Vizela foi enriquecido com uma Barragem na freguesia de Queimadela, podendo proporcionar aos visitantes o agradável sossego e frescura de uma praia fluvial ladeada pela verdura da natureza.

    Justiça de Fafe

    Lenda da Justiça de Fafe

    Lendas e tradições A Justiça de Fafe A Justiça de Fafe “ é o símbolo que mais caracteriza a cidade. Falar de Fafe, para muitos, é falar da “ Terra da Justiça” e consequentemente da lenda “ Com Fafe Ninguém Fanfe “. pelo nosso Portugal fora, Fafe é conhecido principalmente pela imagem da Justiça e pelo lema que a ela está associado, marcando assim os seus habitantes. Contam as pessoas mais antigas que esta tradição surgiu quando nas Cortes do Reino, um Visconde de Moreira de Rei se atrasou para uma sessão e ao chegar um Fidalgo que assistia o insultou, julgando-o um vilão. No momento o Visconde ignorou os insultos, mas no final da sessão, o Fidalgo continuou a censurá-lo, atirando-lhe as luvas à cara. Então ajustou--se um duelo, na qual o Visconde é que escolhia as armas. Marcou-se o dia, a hora e o local. De acordo com o combinado, apareceram todos e constatou-se que a arma era um pau de marmeleiro. Visto que o Fidalgo não sabia muito bem manejar o pau num duelo, o Visconde deu a primeira paulada. A assistência, vendo tal “ palhaçada”, pois o Fidalgo limitou-se a defender-se, o que fez com que todos se desatassem às gargalhadas, proclamando “ Viva a Justiça de Fafe e com Fafe Ninguém Fanfe”. Explica-se assim o aparecimento da nossa mais conhecida lenda, da qual não se sabe a data, mas orgulhou e orgulha os habitantes desta Terra. ( Texto: pesquisa na Internet)

    Os elementos representados no Brasão da cidade de Fafe

    A Heráldica de qualquer concelho constitui um dos elementos mais simbólicos dos valores de cada região e da sua especificidade cultural. O Brasão da cidade de Fafe é disso exemplo e reflecte, nos seus elementos aí representados, as principais actividades económicas e culturais, assim como a especificidade paisagística existente. Deste modo, o brasão representa com os elementos água e o moinho, a fartura de água que tornou, outrora, num concelho muito industrial. Já o sol, o cacho de uvas e o milho simbolizam a fértil actividade agrícola da região que sustenta, hoje ainda, muita da população de Fafe. As cinco torres aí representadas designam, para todo o país, que o brasão se refere a uma cidade. Foi após a elevação de Fafe a cidade em 1986 que este brasão sofreu as últimas alterações, tendo-se mantido assim até hoje e nele podemos encontrar valores de humildade e riqueza - com a prata do campo e das faixas do rio, de esperança e de fé - o verde das espigas e do folhado, ou de caridade e lealdade - com o azul

    História de Fafe

    História da cidade Fafe é uma jovem cidade do Minho, mas com origens antigas. Por aqui andaram povos como os Lusitanos e os Romanos que deixaram marcas consideráveis, hoje pontos atractivos aos visitantes. Fafe é uma terra, pequena, mas com valor, pois possui inúmeros monumentos e agradáveis espaços verdes. Fafe é também conhecida pelo lema “ Com Fafe ninguém fanfe”, lema esse que apareceu quando, há muitos anos atrás, se fez justiça a favor do Visconde Moreira de Rei. Nesse tempo, como agora, o lema provoca um sorriso de simpatia por todos os fafenses. Talvez por isso e por ser uma pequena cidade que tão bem acolhe os visitantes, Fafe foi e ainda é considerada a SALA DE VISITAS DO MINHO Fafe é uma cidade recente, mas que, como povoação, existe desde o Séc. XIII, sendo apenas uma freguesia do conselho de Montelongo o qual recebeu o foral do Rei D. Manuel em 5 de Novembro de 1513. Esta freguesia desde muito cedo, iniciou o seu desenvolvimento. Assim em 1836 torna-se sede de conselho e quatro anos mais tarde sobe à categoria de Vila, tomando para designação o nome Fafe em desfavor do nome Montelongo. Este Topónimo surge como que por homenagem às duas famílias mais poderosas da região ( Egas Fafe e Dom Fafes Serafins). É nesta altura, com cerca de 10.282 habitantes que Fafe começa o seu verdadeiro desenvolvimento. Durante o próximo século a sua população aumenta. Torna-se uma Vila que vive à base da indústria têxtil, da agricultura e dos serviços. Em 1980 já tinha 48.000 habitantes, 36 freguesias e era uma Vila bastante desenvolvida. Passando então, por mérito próprio à categoria de Cidade. O continuado desenvolvimento da cidade deve-se aos autarcas, como também à sua população, visto ser esta uma das principais responsáveis por toda a evolução da nossa terra pois sempre se preocupou em trabalhar quer na agricultura ( no seu inicio), quer nos outros ramos, indústria e comercio (mais recentemente ) para que a nossa terra enriquecesse tanto a nível financeiro, como a nível cultural. Fafe é agora uma terra relativamente desenvolvida, mas que tem na memória o seu passado e as suas origens. (Texto Pesquisa na Internet )