quinta-feira, 15 de julho de 2010

S. PEDRO - LAR D. ALZIRA OLIVEIRA SAMPAIO

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE FAFE
DIA 28 DE JUNHO DE 2010



A CASCATA










A MISSA SOLENE EM HONRA DE S.PEDRO




REPRESEN-TAÇÃO DA ALDEIA DA ROUPA BRANCA.



CONVÍVIO

sábado, 12 de junho de 2010

Santos Populares

SANTOS POPULARES

O tempo das fogueiras é o mês de Junho em que se festejam os Santos Populares.
Em Lisboa há arraiais pelo Santo António com foguetes, manjericos e as marchas dos bairros antigos desfilam nessa noite pelas ruas e avenidas.
Nas cidades do Porto e Braga festeja-se o S. João e noutras terras é S. Pedro o festejado.
Há sempre bailaricos, balões que sobem no ar, petiscos em que não falta a boa sardinha assada e muita, muita alegria.

Santo António

Filiação - Martim Afonso de Bulhões e Maria Teresa Taveira
Nome de Baptismo - Fernando
Local de nascimento - Lisboa
O seu dia é comemorado em 13 de Junho.

São João

Filiação - Zacarias e Isabel
Nome de Baptismo - João
Local de nascimento - Provavelmente em Ain Karim
O seu dia é comemorado em 24 de Junho.

São Pedro

Filiação - desconhecida
Nome de Baptismo - Simão
Local de nascimento - Provavelmente na Betsaida
O seu dia é comemorado em 29 de Junho.

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Dia de Portugal

BANDEIRA de PORTUGAL



O Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, celebrado a 10 de Junho, é o dia em que se assinala a morte de Luís Vaz de Camões em 1580, e também um feriado nacional de Portugal.
Durante o regime ditatorial do Estado Novo de 1933 até à Revolução dos Cravos de 25 de Abril de 1974, era celebrado como o Dia da Raça: a raça portuguesa ou os portugueses.

Índice
• 1 Origens
• 2 Dia de Camões
• 3 Dia da Raça e Dia das Comunidades

Origens
Na sequência dos trabalhos legislativos após a Proclamação da República Portuguesa de 5 de Outubro de 1910, foi publicado um decreto em 12 de Outubro estipulando os feriados nacionais. Alguns feriados foram eliminados, particularmente os religiosos, de modo a diminuir a influência da igreja católica[1] e laicizar a sociedade.
Neste decreto ficaram consignados os feriados de 1 de Janeiro, Dia da Fraternidade Universal; 31 de Janeiro, que evocava a revolução falhada do Porto, e portanto foi consagrado aos mártires da República; 5 de Outubro, Dia dos heróis da República; 1 de Dezembro, o Dia da Autonomia (Restauração da Independência) e o Dia da Bandeira; e 25 de Dezembro, que passou a ser considerado o Dia da Família, tentando também laicizar a festa religiosa do Natal.
O decreto de 12 de Junho dava ainda a possibilidade de os municípios e concelhos escolherem um dia do ano que representasse as suas festas tradicionais e municipais. Lisboa escolheu para feriado municipal o 10 de Junho, em honra de Camões, uma vez que a data é apontada como sendo a da morte do poeta que escreveu Os Lusíadas. Dia de Camões


Monumento a Luís de Camões em Lisboa


Luís de Camões representava o génio da pátria na sua dimensão mais esplendorosa, significado que os republicanos atribuíam ao 10 de Junho, apesar de nos primeiros anos da república ser um feriado exclusivamente municipal. Com o 10 de Junho, os republicanos de Lisboa tentaram evocar a glória das comemorações camonianas de 1880, uma das primeiras manifestações das massas republicanas em plena monarquia.


Dia da Raça e Dia das Comunidades
O 10 de Junho começou a ser particularmente exaltado com o Estado Novo, o regime instituído em Portugal em 1933 sob a direcção de António de Oliveira Salazar. Foi a partir desta época que o dia de Camões passou a ser festejado a nível nacional. A generalização dessas comemorações deveu-se bastante à cobertura dos meios de comunicação social.
Durante o Estado Novo, o 10 de Junho continuou sendo o Dia de Camões. O regime apropriou-se de determinados heróis da república, não no sentido laico que os republicanos pretendiam, mas num sentido nacionalista e de comemoração colectiva histórica e propagandística.
Até ao 25 de Abril de 1974, o 10 de Junho era conhecido como o Dia de Camões, de Portugal e da Raça, este último epíteto criado por Salazar na inauguração do Estádio Nacional do Jamor em 1944 em memória das vítimas da Guerra Colonial Portuguesa. A partir de 1963, o 10 de Junho tornou-se numa homenagem às Forças Armadas Portuguesas, numa exaltação da guerra e do poder colonial[1]. Com uma filosofia diferente, a Terceira República converteu-o no Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas em 1978.

domingo, 6 de junho de 2010